¿A qué llamamos la era de la información?

Universo Abierto

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“La velocidad eléctrica tiende a abolir el tiempo y el espacio de la conciencia humana. No existe demora entre el efecto de un acontecimiento y el siguiente. Las extensiones eléctricas de nuestro sistema nervioso crean un campo unificado de estructuras orgánicamente interrelacionadas que nosotros llamarnos la actual Era de la Información.”

Herbert Marshall McLuhan (1911-1980) fue un filósofo y educador canadiense.

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Anglican Archives

http://www.anglicannews.org/comment/2016/11/deep-roots.aspx

Deep roots

Deep roots

Posted By Stephanie Taylor

29 November 2016 2:51PM

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Stephanie Taylor, the information and knowledge manager at the Anglican Communion Office, reflects on the recent biennial meeting of Anglican diocesan archivists in Canada.


I have recently returned from Canada where I had the privilege of joining the Anglican diocesan archivists for their biennial meeting. It was an opportunity as fellow practitioners to come together and share knowledge and experience. It was also so much more than that. For me it was an inspirational gathering affirming the life-changing value of records and archives and ultimately of the need to learn from the past, inform the present and build a better future. That’s what archives are about and in many ways that is what faith and discipleship is about.

The evening before the meeting began the archivists gathered alongside the Canadian Church Historical Society and it was my privilege to address the gathering along with Mark Duffy, canonical archivist of the US-based Episcopal Church. I shared with the gathering my experience of working to restore the Anglican Communion Office archive. I drew on the Archbishop of Canterbury’s sermon at ACC-16 in Lusaka, Zambia earlier this year when he said:

“The higher a tree grows, the more likely it is to need deep roots. When the storms come, only the roots make a difference. The older a society or nation becomes, the more it needs to tell its story; so that in each generation we renew the sense of who we are and why we are here now.”

I told the gathering that as archivists we are so often the stewards of stories, of memory, and that is both a vital and challenging task. The archivists in the Anglican Church of Canada knew that only too well for they had played a crucial role as part of the Church’s participation in and response to the Truth and Reconciliation Commission (TRC).

The TRC, which released its final report late last year along with a series of Calls to Action, was mandated with informing all Canadians about what happened in Indian Residential Schools and documenting the truth of survivors and anyone personally affected. The TRC was a powerful example of the importance, and the pain of individuals having the opportunity to “tell their own story”, and the Calls to Action and the Church’s response are the beginnings of the hope of building for a better future.

The role of the archives and archivists within this was significant. Archivists attended numerous TRC sessions and met with survivors and relatives. As stewards of archives they had been able to provide survivors with “evidence” of their attendance at a residential school. In her homily, at a Eucharist presided over by Bishop-elect, the Revd Riscylla Walsh Shaw, General Synod archivist Nancy Hurn, shared powerfully of an occasion when she had been able to help a woman find out what had happened to her brother who had died whilst a pupil of a residential school. I personally have never come across a more powerful illustration of the value of records to give an account of, and help learn from the past.

In Through the Looking Glass, Lewis Carroll wrote: “It’s a poor sort of memory that only works backwards.” In other words memories and accounts are important for many reasons, not least in their ability to help us learn from the past to actively shape the future together and build a better world for all God’s children.

I also had the great honour of meeting Bishop Mark MacDonald, who since 2007 has served as the Anglican Church of Canada’s first National Indigenous Anglican Bishop. Bishop Mark joined the meeting fresh from the Standing Rock protest in North Dakota and spent an hour with the archivists before joining another Standing Rock action in Toronto that afternoon. That Bishop Mark took time out of his schedule amidst the events of that week spoke volumes to me. Bishop Mark told me: “During the TRC, we began to see how important archivists are to our past, present, and future. They were foundational to the search for justice.”

We are called to be salt and light in a dark and confusing world. I left Toronto with a powerful sense of how so many in Canada are doing just that.

Nuevo libro de Leonor Zozaya, De papeles, escribanías y archivos.

INVESTIGACIONES DE MARIA ZOZAYA

http://publiblogdelcsic.blogspot.com/2011/11/de-papeles-escribanias-y-archivos.htmlhttp://publiblogdelcsic.blogspot.com/

Recientemente ha sido publicado el libro de Leonor Zozaya: De papeles, escribanías y archivos: escribanos del concejo de Madrid (1557-1610), Madrid, CSIC, 2011. En él plantea cuestiones que surgen al acercarse al antiguo oficio de escribano del ayuntamiento, como: ¿Qué obligaciones y funciones tenía asignadas? ¿Qué cometidos desempeñaba dentro y fuera del cabildo? ¿Era su trabajo diferente al de otros oficiales que colaboraban temporalmente en las mismas escribanías de la corporación? ¿Qué títulos podía compaginar un escribano del cabildo? ¿Era obligatorio que paralelamente fuese escribano público y del número? ¿Era normal que también fuese contador? ¿Era a la par archivero del ayuntamiento? ¿Qué estrategias trazaba para acceder a una escribanía del concejo? ¿Qué peso cobraban la endogamia y las redes sociales en los mecanismos de consecución del oficio?

El libro, además de responder a esas y otras preguntas, analiza detalladamente la figura del escribano del ayuntamiento en la…

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Fonte:https://www.keep.pt/media/tab-magazine/

Dois manuscritos medievais portugueses entram para a Memória do Mundo da UNESCO

manuscrito medieval portuguesOs manuscritos medievais portugueses Apocalipse de Lorvão, célebre pelas suas iluminuras, e o Comentário ao Apocalipse do Beato de Liébana foram inscritos esta semana como registos da Memória do Mundo pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Os dois livros, guardados actualmente na Torre do Tombo e na Biblioteca Nacional, fazem parte de um conjunto de 11 manuscritos feitos na Península Ibérica a partir do Comentário do Apocalipse pelo Beato de Liébana.

Silvestre Lacerda, director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, afirma ao PÚBLICO que a inscrição dos dois manuscritos portugueses como registos da Memória do Mundo é um “reconhecimento do património arquivístico nacional” e contribui para a “internacionalização da cultura portuguesa”.

A UNESCO diz no seu site que são “considerados os mais bonitos e originais produzidos pela civilização medieval ocidental”. Os restantes documentos que também foram classificados pelas Nações Unidas são espanhóis.

Foi nas Astúrias do século VIII, tornada reduto contra a invasão muçulmana, que o padre Beato de Liébana escreveu em 786 oComentário ao Apocalipse como uma interpretação do último livro do Novo Testamento — o Apocalipse, também conhecido como Apocalipse de S. João ou Livro da Revelação. Decidiu fazê-lo para que os cristãos comuns conseguissem entender a linguagem simbólica do texto.

Mais tarde, no século XII (c. 1189), como a historiadora Maria Helena da Cruz Coelho explicou ao PÚBLICO, o monge Egas, no Mosteiro do Lorvão, fez uma cópia do texto do Beato de Liébana que ficou conhecida como Apocalipse do Lorvão, ilustrando-a com 66 iluminuras e incluindo comentários pessoais.

O original do século VIII perdeu-se e foi feita, entre 1201-1300, no Mosteiro de Alcobaça, uma cópia do texto a partir doApocalipse do Lorvão de Egas a que se chamou Comentário ao Apocalipse do Beato de Liébana. Agora, as duas cópias portuguesas foram distinguidas pela UNESCO em conjunto com os outros códices espanhóis que compõem assim os Manuscritos do Comentário do Apocalipse (Beatus de Liébana) na Tradição Ibérica.

Devido às suas iluminuras ricas em tons de amarelo e vermelho, o Apocalipse do Lorvão destaca-se entre as duas cópias. Segundo a historiadora da Universidade de Coimbra, “Egas apresenta um produto da realidade do século XII, baseando-se no Comentário ao Apocalipse de Beato de Liébana do século VIII. As iluminuras retratam episódios do livro do Apocalipse da Bíblia e situações quotidianas do século XII”.

O Apocalipse de Lorvão de Egas foi feito no Mosteiro do Lorvão, em Penacova (distrito de Coimbra), mas em 1853 o escritor e historiador Alexandre Herculano levou-o para a Torre do Tombo, em Lisboa. Já o Comentário ao Apocalipse do Beato de Liébana foi criado no Mosteiro de Alcobaça e aí permaneceu até à extinção das ordens monásticas, em 1834,integrando actualmente a colecção da Biblioteca Nacional de Portugal.

Considerados únicos no seu género, os Manuscritos do Comentário do Apocalipse (Beatus de Liébana) na Tradição Ibérica são um conjunto de 11 códices e fragmentos que foram submetidos à UNESCO numa candidatura conjunta feita por Portugal e Espanha em 2014. A Torre do Tombo aponta-os no seu site como “uma das provas materiais da transição do mundo antigo para os tempos medievais no campo da arte, da literatura e do pensamento no mundo mediterrânico e na Europa Ocidental”.

Esta não é a primeira vez que Portugal vê um documento da sua História declarado registo da Memória do Mundo, um programa criado pela UNESCO em 1992 com o objectivo de consciencializar o público para a necessidade e importância de preservar e valorizar o património documental. A Carta de Pêro Vaz de Caminha (1500) aquando da descoberta do Brasil, a versão castelhana do Tratado de Tordesilhas (1494) e o Diário da Primeira Viagem de Vasco da Gama à Índia (1477-1499) são outros documentos nos registos da UNESCO.

Fonte e mais informações: http://www.publico.pt/n1711249

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