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Littera Carolina The Network for the Study of Caroline Minuscule

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What is Caroline Minuscule?

14 March 2017 The question ‘what is Caroline minuscule?’ is extremely difficult, if not impossible, to answer. This is not least because it really contains an entire strata of questions. At the most basic level, when we ask ‘what is

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The Caroline Minuscule database is an online index of manuscripts written in or containing Caroline minuscule, created as part of A Partial Survey of Centres Writing Caroline Minuscule, c. 700–1000.

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A Partial Survey of Centres Writing Caroline Minuscule, c. 700–1000

The main objective of A Partial Survey of Centres Writing Caroline Minuscule, c. 700–1000 is to provide summary articles on the major scribal centres and regions that used Caroline minuscule in Europe c. 700–1000 AD. Each article contains a detailed

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Paleografía y Diplomática Hispanoamericana.

El Mercurio salmantino

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Caamaño-Dones, J. (2012.). [e-Book]  Introducción a la Paleografía y Diplomática Hispanoamericana. San José, Iniciativas de Investigación y Actividad Creativa Subgraduadas (iINAS) Universidad de Puerto Rico, 2012.

Texto completo

Diplomática o ciencia de los diplomas es el estudio de los documentos, cualquiera que sea su autor, teniendo en cuenta sus caracteres extrínsecos e intrínsecos, es decir, el soporte, escritura, lenguaje, formulismo y demás elementos integrantes para formar juicio de su autenticidad e interpretarlos debidamente. La diplomática al estudiar los documentos, en cierto modo, los crítica, es decir, no solamente equivale a juzgar su autenticidad o falsedad, sino también a conocer su valor en vista de los caracteres intrínsecos y extrínsecos que ofrece.

Contenido: 

I. Introducción a la Paleografía
II. Tipología escrituraria
III. Signos de abeviación
IV. Signos numerales
V. Introducción a la Diplomática
VI. Clasificación y tipología documental
VII. Génesis documental
VIII.1 El estudio del documento: caracteres
extrínsecos del…

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Opinião: “No Coração do Império” de Alexandra Vidal

FONTE: http://livrosdevidro.wixsite.com/livrosdevidro/single-post/2017/05/05/Opini%C3%A3o-No-Cora%C3%A7%C3%A3o-do-Imp%C3%A9rio-de-Alexandra-Vidal

No Coração do Império”

                                 de Alexandra Vidal  

                    

Começamos esta opinião por dizer que não sabemos se preferimos a capa da segunda edição ou a da primeira. Olhámos para as duas e ficámos indecisos. Gostámos das duas.

Se uma tem um ar mais histórico (a primeira edição) a outra tem um traço mais romântico. Pensamos que ambas se enquadram bem neste livro.

Passada nos anos de ouro de Portugal, após 1500, onde eram trazidos escravos de países africanos. A Autora relata-nos a aventura da protagonista que se tornou escrava sendo, literalmente, arrastada do seu país, o Congo até terras lusas. 

É trazida à força para Portugal para servir gentes de língua e hábitos estranhos.

Mas deixamos no ar como irá a protagonista safar-se, ou não, deste destino.

Passemos à nossa opinião em concreto.

Pois bem, não somos muito virados para os romances, muito menos os romances históricos, mas, de vez em quando, lá nos aparece um ou outro que acedemos dar “uma vista de olhos”.

 

Foi o caso deste livro, foi-nos gentilmente cedido e enviado pela editora e lá pegámos nele e começámos a sua leitura. Temos de dizer que foi mais do que “uma vista de olhos”, devorámos o livro.

Habitualmente os romances históricos tendem a pecar pelo excesso de informação. Muita palha. Mas a Autora, apesar de se esperar que enchesse o livro com referências históricas, fê-lo de uma forma tão leve e inteligente e que damos por nós a mergulhar no século XVI sem o menor esforço.

Há muito que não nos sentíamos assim, a mergulhar nos espaços descritos por um livro, mas o certo é que facilmente o conseguimos fazer com este. Damos por nós a caminhar pelos corredores, dentro da livraria régia, dentro dos salões e demais espaços.

Por outro lado, a história em si, o romance, é escrito de uma forma suave, quase nem se sente, não é arrebatador. Não é escaldante, mas doce. Quase puro. São deixadas cenas implícitas que deixam os leitores a imaginar o que terá sucedido. Subtil.

Não se pense que se está diante de um amor arrebatador que irá contra tudo e todos, nada disso. Tem as suas intrigas, tem os seus mexericos, mas tudo contado… como diremos, classe.

Gostámos das notas histórias tão habilmente inseridas na escrita, parece que lemos uma história contemporânea, que estamos naquela época a ler algo que se passou há pouca mais de meia dúzia de meses.

Ficamos a conhecer factos que talvez, para a maioria sejam desconhecidos, como que em Portugal existiram dois grandes terramotos, pois é, não existiu em Lisboa apenas o de 1755.

 

No fim do livro, salientamos, somos ajudados por um mapa de época, um glossário sobre as palavras usadas ao longo do livro com teor histórico e que hoje já não usamos (ex.: abarcas, algibebe, ataúde, bragas de ferro, pavana, entre muitas outras), bem como é composto por uma completa bibliografia.

Para amantes de romances históricos fica aqui a nossa recomendação!

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